sexta-feira, 24 de junho de 2011

Brilho eterno...

Quão feliz é o destino de um inocente sem culpa. O mundo em esquecimento pelo mundo esquecido. Brilho eterno de uma mente sem lembranças. Cada orador aceito e cada desejo renunciado.


Alexander Pope

segunda-feira, 16 de maio de 2011

BAIXARIAS - VOL 8



NÚ ARTÍSTICO? POR QUE BRASIL??? POR QUE?

SET-LIST ***

AS MELHORES MUSICAS, DOS ÚLTIMOS TEMPOS, DAS ÚLTIMAS SEMANAS...

O QUE ESTOU OUVINDO E RECOMENDANDO...





01 - Little Bit - Amy jo johnson


02 - coffee and tv - Blur


03 - Born this way - Lady gaga


04 - Howl - Florence and the machine


05 - Speechless - Lady gaga


05 - Stigmatized - The calling


06 - My Interpretation - Mika


07 - Coração Babão - Rita lee


08 - Deliver me - The Beloved


09 - Tchau - Catedral


10 - 50 Receitas - Frejat









TEXTO* SENTA QUE LÁ VEM A HISTORIA***

Navegando pelo Google, encontrei...


A Loucura e o Amor




A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa. Todos os convidados foram. Após o café, a Loucura propôs:
 - Vamos brincar de esconde-esconde?
 - Esconde-esconde? O que é isso? - perguntou a Curiosidade.
- Esconde- esconde é uma brincadeira.
Eu conto até cem e vocês se escondem.
Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
 -1,2,3,... - a Loucura começou a contar.
A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer.
A Timidez, tímida como sempre, escondeu- se na copa de uma 
árvore.
A Alegria correu para o meio do 
jardim.
Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder.
A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele de baixo de uma pedra.
A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo.
O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no noventa e nove.
- Cem - gritou a Loucura.
 - Vou começar a procurar.
 A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar.
Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder.
E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez...
Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor? Ninguém o tinha visto..
A Loucura começou a procurá-lo.
Procurou em cima da montanha, nos 
rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito.
 Era o Amor, gritando por Ter furado o olho com um espinho .!
A Loucura não sabia o que fazer.
Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui- lo para sempre.
O Amor aceitou as desculpas..
Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre.

domingo, 15 de maio de 2011

Senso comum da porra***




Um grande amigo meu, tem o costume de observar a sensibilidade das pessoas, no sentido, de como estas pessoas interpretam, interagem e se comportam no mundo. É um ponto de vista interessante, um tanto mesquinho às vezes, mas meu amigo, não faz isto para se sentir melhor que ninguém, muito pelo contrário, é uma crítica pessoal de si mesmo, o maior medo dele é se tornar um senso comum da porra, assim penso, e confesso que também tenho medo.

Alias ele Sempre contorna os meus pensamentos, e na ultima conversa me fez alertar-me sobre isto, o senso comum da porra, eles, os idiotas.


Nelson escreveu muito sobre os idiotas, como eles estão por toda parte e como vem dominando o mundo. Sinceramente eu pensava que isto fosse um exagero, que no fundo os idiotas só estão por ai, vegetando como qualquer outro vegetal. Mas como Nelson alertou, os idiotas perceberam que são a maioria e daí foi um passo para a dominação. Um idiota subiu em um caixote e começou a falar, em segundos vários idiotas pararam pra ouvir.

O mais inteligente a se fazer é ser um idiota. Isto mesmo camuflar-se, esconder-se, caso contrário a esfinge irá te devorar. É bom gritar também: “Viva aos idiotas!! Viva!!”. Algo muito similar ao que se fazia na idade média dando vivas as majestades. O que me assusta ou frustra é que os idiotas ou os sensos comuns da porra estão em todos os lugares e quando digo todos é até onde você menos suspeita ou mesmo dúvida. Inclusive as pessoas que você menos espera.



Afinal de contas onde estão os gênios? Há muitos gênios, sim há, mas os idiotas são em número significativamente maior. Outro problema, os idiotas falam dos gênios e muito. Eles interpretam e discutem sobre o que os gênios falaram. Isto acontece mesmo que eles não entendam uma linha sequer do que esta sendo lido. De tanto conversarem e comentarem fica algo muito parecido, com aquela brincadeira da notícia.

Com certeza brincadeira da notícia não é algo muito claro, vou tentar explicá-la. Ela é feita da seguinte forma conta-se um fato para uma pessoa e esta vai passar para outra, quanto mais isto passar de uma pessoa pra outra melhor a brincadeira fica. Exemplo do fato: Alesson inventou calunias sobre Cleyrton e este foi tirar satisfações. Depois de passar na boca de vinte e oito pessoas diferente com certeza o fato vai mudar. Podemos imaginar que a ultima pessoa diga o seguinte: Alesson transou com a esposa de Cleyrton, que por sua vez matou Alesson. É claro que isto é um exemplo, que os fatos podem mudar muito. É justamente o que acontece com os gênios e suas idéias, pensamentos, ideologias e etc. São desvirtuados do original. As interpretações feitas pelos idiotas transformaram tudo em uma grande idiotice.

O pior de tudo é se envolver com os idiotas, ter amigos idiotas, namorados idiotas e entre outros. Imagina se apaixonar por um garoto senso comum da porra. É o fim, com toda certeza. Mas neste mar de idiotas, é inevitável uma hora ou outra você vai se envolver com um senso comum da porra e irá apaixonar-se. É como digo sempre: ser corno é apenas uma questão de tempo. Ter um leitor senso comum da porra deve ser algo muito frustrante e ao mesmo tempo freqüente. Talvez seja por isto que os grandes escritores são pessoas reservadas e de pouquíssimo contato com os seus leitores. É medo de ser o pai da tragédia. Afinal de contas é uma grande responsabilidade ser um escritor, no fim das contas você não tem leitores e sim seguidores, alguns lunáticos. Agora imagine se todos são um senso comum da porra. É a morte do escritor, o grande fim com F maiúsculo. Por isto, a reclusão, o afastamento, enquanto não sabem quem é o leitor, os grandes escritores conseguem dormir com a consciência tranqüila.


O trágico é saber que os sensos comuns da porra se camuflaram, eles inclusive adoram posar de certos personagens, como intelectual, educador, consultor,  músico, poeta, escritor, engenheiro nuclear, jornalista, advogado, professor... No fim das contas é aquela velha história: Não há como saber onde estamos pisando, não há escapatória. É como ser um político honesto. Um poeta lúcido. Enfim há inúmeros personagens que os idiotas gostam de vestir. No fim das contas eu sou um senso comum da porra. A única diferença entre mim e o mar de idiotas é que eu reconheço a minha realidade e insignificância.



segunda-feira, 9 de maio de 2011

EU ESTOU COM VOCÊ. SEMPRE*

E SEMPRE... NEM O TEMPO, NEM A DISTANCIA, NEM EU E NEM MESMO VOCÊ, POR ASSIM DIZER, VÃO TIRAR DE MIM ESTE SENTIMENTO, ESTE AMOR, MEU AMOR, MEU AMIGO.


EM LEMBRANÇA DE TUDO QUE FOI VIVIDO CONTIGO, TUDO QUE SINTO EM SILENCIO POR VOCÊ,
TODO O MEU CARINHO, TODO O MEU AMOR.
TUDO BEM MAIS SIMPLES.
TENHA CALMA, TUDO VAI PASSAR... 
E QUANDO VOCÊ ABRIR OS OLHOS JÁ CANSADOS, TUDO PASSOU, VAI SER SÓ LEMBRANÇA,  UMA DOR ENTORPECIDA E SUPORTÁVEL, QUE VAI CONTINUAR A SER DOR, E O SEU NOME VAI SER SAUDADE, E ESSA SAUDADE VAI SER BOA, SERÁ ORGULHO.
NÃO TE PERTURBES,   
 MEU VELHO E QUERIDO AMIGO.
TE DESEJO O MELHOR ABRAÇO DO MUNDO.



DE:          H.C

PARA:    A.F

domingo, 8 de maio de 2011

VIVENDO MUITO BEM COM os "MEUS CAVALOS"






Incorporado


Eu perdi o censo.
Me desliguei do material e desse sistema repugnante.

Dessa vez, fiquei satisfeito em mergulhar nas minhas fantasias onde não
 há hipocrisias e eu não possuo nada que me traga problemas.
Contrariei as expectativas que puseram sobre mim e é certo que me sinto 
bem melhor assim! Somente as minhas vontades, estas eu realizei e serão as únicas que continuarão a me motivar, pois já não quero viver uma vida que não é minha, eu renuncio.
Fui eu que assumi essa posição e não vou voltar atrás. Afinal, estou em casa, durmo na rede e faço exatamente o que eles querem. Eu sou o corajoso, o louco, que tirou a gravata e colocou o chapéu de couro.
Fugi da dominação externa e deixei que eu mesmo determinasse meus caminhos. Não sigo diretrizes nem tenho filosofia de vida, na verdade eu não sei o que é isso.
Vivo muito bem com meus cavalos, e não há mais nada que eu precise ou que eu deva seguir.


Mas em alguns momentos, quando eu acordo com os galos, percebo que o afastamento do consumismo, da cobrança, da concorrência e da ambição não me acrescentou nada. Eu me tornei um fazendeiro alienado, sem perspectiva de vida e sem propósito já que ninguém olha para mim. Eu busquei um paraíso impossível de ser vivido absolutamente agora. E só então, com um olhar crítico que eu aprendera a usar antes, me dou conta que necessito me lançar.


Eu pensei que podia me abster de participar dessa malandragem. Mas eu pensei errado.